 |
|
ACONTECENDO |
Ah, se os crentes pudessem estar
cônscios da eternidade! Ah, se pudéssemos viver cada
momento sob o olhar de Deus, se pudéssemos viver
tendo sempre em mente o juízo final, e vender tudo
que vendemos tendo em mente o juízo final, e fazer
todas as nossas orações, dar o dízimo de tudo que
possuímos, tendo em mente o juízo final;” e se nós
pregadores preparássemos nossas mensagens com um
olho voltado para a humanidade perdida e outro para
o trono do juízo final, então experimentaríamos um
avivamento operado pelo Espírito Santo que abalaria
esta terra, e que em pouco tempo salvaria milhões e
milhões de vidas preciosas.
Os homens constroem nossos templos, mas não entram
neles; imprimem bíblias, mas não as lêem; falam de
Deus, mas não crêem nele; conversam a respeito de
Cristo, mas não confiam nele para sua salvação;
cantam nossos hinos, mas depois os esquecem. Onde é
que vamos parar com tudo isso?
Em quase todos os seminários de estudos bíblicos
hoje a igreja atual é descrita nos termos da carta
aos efésios. Afirma-se que, apesar de toda a nossa
carnalidade e pecado, estamos sentados com Cristo
nos lugares celestiais. Que mentira! Somos efésios,
sim, mas da Igreja de Éfeso do Apocalipse, aquela
que abandonou o seu "primeiro amor". Fazemos
concessões ao pecado em vez de fazermos oposição a
ele.
E não foi nos momentos de popularidade que a
verdadeira igreja triunfou, mas, sim, nas horas de
adversidade. Como podemos ser tão ingênuos a ponto
de pensar que a igreja está apresentando aos homens
o padrão estabelecido por Jesus no Novo Testamento,
com esse baixo padrão de espiritualidade que ela
ostenta.
Por que tarda o avivamento? A resposta é muito
simples. Tarda porque os pregadores e evangelistas
estão mais preocupados com dinheiro, fama e
aceitação pessoal, do que em levar os perdidos ao
arrependimento.
-Leonard Ravenhil
|