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ACONTECENDO
O
AVARENTO
Eclesiástico 14 – vulgata latina
A riqueza é inútil ao
homem avaro e cobiçoso/e de que serve o ouro ao
homem invejoso?
O que amontoa
riquezas. Defraudando-se do necessário com
injustiça, ajunta-as para outros/ e outrem se
regalará com os seus bens.
Para quem será bom
aquele não não é bom nem para si mesmo? Ele mesmo
não gosa dos seus bens…
Nada há pior do que
aquele que é avaro contra si mesmo / E nisto mesmo
está o castigo da sua malícia.
Se te fizer algum bem,
terá sido por inadvertência e sem querer/e por
ultimo descobrirá a sua malícia.
O olho do invejoso é
mau, e não se satisfará de pão/mas estará faminto e
melancólico à mesa.
Filho, se tens posses, faze com elas bem A TI MESMO/
e oferece a Deus dignas oblações.
Lembra-te de que a
morte não tarda, e que te foi intimado ir ao
sepulcro/porque é decreto deste mundo o ter de
infalivelmente morrer.
Faze bem ao teu amigo
antes da morte/e estendendo a mão, dá também esmola
aos pobres, Segundo as tuas posses.
Não te prives de um
bom dia/ e não deixes perder nenhuma parcela do bem
que te é concedido.
Não vês que hás de
deixar tudo aos outros, o fruto das tuas penas e dos
teus trabalhos? Eles é quem irão repartir o que é
teu…!
Se alguém crê que este
texto é “apócrifo”, como qualificaram os avarentos
judeus antes da diáspora do ano 70DC, que atire a
primeira pedra.
Este livro e o outro,
Sabedoria, são do mesmo autor, Jesus de chirac,
170AC, que muito viajou, sofreu e experimentou, como
ele mesmo declara em seus livros. Trata-se
indubitavelmente de um escritor sacro e sábio,
transcendental, que deixou os originais escritos em
Hebraico na biblioteca de Alexandria no egito, antes
do incêndio, mas pouca gente leu, devido a
linguagem.
Mas tempos depois o
seu neto homônimo, encontrando os originais
hebraicos, traduziu para o grego , lingual universal
da época, e assim, chegou aos tempos dos apóstolos e
da igreja primitiva. Tenho certeza de que fizeram
parte da igreja por muito tempo, até que os
protestante os tiraram, qualificando-os como
“apócrifos”, ou “não inspiurados”. É interessante
notar, que a doutrina dos protestante tradicionais
primitivos, é favorável à avareza, como até hoje
fazem seus seguidores da “doutrina da prosperidade”
neo-pentecostais. |